terça-feira, 14 de junho de 2011

TROCAR EXPERIÊNCIAS MULTIPLICA CONHECIMENTOS!!! É HORA DE TROCARMOS E APRENDER AINDA MAIS

Olá queridos acadêmicos do quinto período de Pedagogia, é sempre um prazer muito grande tè-los nesse espaço de interação e também de conhecimento.

Nesse momento estaremos trocando informações sobre o livro ENSINAR GEOGRAFIA: um desafio da totalidade-mundo nas séries iniciais do autor Rafael Straforini.


Sabe-se que ensinar Geografia hoje, caracteriza-se como um processo desafiador, bem como de inserção do educando dentro do movimento social, de forma crítica, política e principalmente consciente das transformações que ocorrem.
No entanto, questiona-se: Como possibilitar essa clareza de conhecimentos desde o inicio da vida escolar do educando acerca da Geografia e toda a sua complexidade?
Levando em consideração o processo no qual a criança encontra-se inserida, bem como seu desenvolvimento, é válido (re)afirmar sobre a importância de um processo de ensino onde a atividade didática seja indissociável da investigação, afim de que, a aprendizagem resultante desse processo, possa estar acompanhando à educação e as exigências da sociedade e dos conhecimentos científicos.
No âmbito da Geografia é necessário criar nos educandos a capacidade de identificar, analisar de diferentes formas, as mudanças que a(s) sociedade(s) estabelecem ao seu redor, quer seja no espaço físico, no aproveitamento dos recursos naturais, na economia, no social, político e ambiental destas mesmas mudanças, ou seja um olhar sistèmico sobre o seu espaço, se percebendo também como um agente transformador.
É essa reflexão que Straforini nos convida a fazer na sua obra acerca do ensino de Geografia, visualizando aquilo que caracteriza-se apenas como conhecimento enciclopédico e aquilo que se busca como conhecimento significativo e para a vida.

Diante dio exposto Comente:
1. Numa resposta objetiva - Qual a idéia central da obra lida;
2. Escolha, duas ideias secundárias, faça a citação do autor, coloque entre aspas com a referida página, depois faça um comentário de no máximo 15 linhas sobre o que foi citado;
3. Faça um comentário sobre o que a obra lida trouxe como contribuição para a sua atuação pedagógica dentro do contexto da geografia.

Não esqueça:
Coloque o seu nome no final da sua resposta/ e o seu e-mail
Você terá até o dia 23 de junho para fazer o seu comentário
Coloque a citação entre aspas com a referida página.

Caso você deseje, poderá comentar comentários dos colegas gerando assim um debate em maior proporção. Aproveitem esse rico momento.

ABRAÇOS PSICOPEDAGÓGICOS EM CADA UM DE VOCÊS!

25 comentários:

  1. 1. A obra tem como idéia central, “o ensino-aprendizagem da Geografia em sua totalidade, ou seja, espaço total”.

    2.
    “A Geografia Critica que se instalou nas escolas, segundo Silva (2002) não consegue romper com o conteudismo da escola tradicional.” (p.50).

    - A escola tradicional continua existindo nos dias de hoje, por ser cômodo apenas correr com conteúdos, é notório que a política da Geografia Critica escolar, exista apenas “no papel”, ficando da seguinte maneira: professor finge dar aulas, alunos fingem aprender. ”Não posso ser professor se não percebo cada vez melhor que, por não poder ser neutra, minha pratica exige de mim uma definição. Uma tomada de posição. Decisão. Ruptura”, (Freire em Pedagogia de Autonomia p. 102). Cabe ao professor tomar esta decisão de romper com tradicional, levando as crianças a questionar, pesquisar, para poder validar o saber. É sabido que o saber jamais poderá chegar pronta aos alunos, desta feita apenas produzira o conhecimento recebido, tornando se um mero reprodutor de tais conhecimentos. Vale resultar, que seguindo apenas com conteúdos, ou seja, sendo um professor conteudista estamos afirmando que, como esta, esta bom, perante o sistema que rege este pais. Deve, portanto, parar, pensar e analisar que tipo de cidadoes formar e para que tipo de sociedade. A ruptura é necessária para que a Geografia Critique ganhe status nas escolas, nas salas de aulas, e cabe aos professores este rompimento com as aulas tradicionais, passar a dar movimento, ação a esta nova visão de mundo, totalidade de mundo. E deve ter como inicio o planejamento das aulas e os métodos de administrar estas aulas.

    “... a totalidade mundo, ou o espaço total, que os geógrafos e professores devem perseguir e não a sua fragmentação escolar.” (P. 65).
    - A crise que se abateu na Geografia e como conseqüência na escola nos anos 70 em prol do método analítico-dedutivo deixou professore e geógrafos bastante preocupados, visto que o mundo estava se transformando após a Segunda Guerra Mundial. Isso no momento foi percebido que era ruim para a educação que continuava estática e sem movimento, em vista disso o ensino-aprendizado de Geografia deveria ganhar uma nova forma ver a realidade que se instalara. O positivismo não permitia que fossem mais alem em seus conhecimentos, logo sua noção de totalidade era de forma fragmentada, juntar partes por partes. Com o método materialismo histórico que visa explicar as mudanças e o desenvolvimento da historia não permite que o professor planeje suas aulas estaticamente, o mesma exige critica, movimento com ação deixando a neutralidade fora do processo de ensino-aprendizado. O materialismo histórico busca analisar os acontecimentos ao longo do tempo, modo de vida e produção a forma de como o homem adapta a natureza, apropria se dele e a transforma. Portanto a realidade no processo de ensino e aprendizado de Geografia ganha uma nova forma de estudar o espaço total, ou seja, totalidade de mundo.


    3. Ao estudar a obra, ficou claro que, mesmo nos dias atuais o ensino de Geografia ainda esta baseado no método positivista, embora deixem claro ser construtivista. Como futura pedagoga, para as aulas possa ser dinâmica devo ir alem dos “muros de escola”, planejando aula que envolva meus alunos, onde eles sejam o principal motivo da aula dada. A criança deve esta inserida no processo de ensino-aprendizado para que o mesmo sinta-se incluído na sociedade onde é sujeito ativo. Percebendo que em relação à natureza pode esta contribuindo para ter-se um mundo melhor, visto que o mundo já sofre com o mau uso da mesma, sendo este um processo a longo prazo, as criança devem esta consciente do que suas ações poderá melhor e/ou ainda mais agravar esta situação. Fazendo valer o que deixa claro o Construtivismo temos subsidio para levar a criança a pensar, criticar e buscar novos conhecimentos através da ação que exercerá com o problema que fora lançado, ou seja, examinara e não receber como conhecimento pronto e acabado.

    Maria Joana Carvalho Vasconcelos

    vanavqc@hotmail.com

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  2. 1ª) Conforme estudo e debate observei que a obra tem a ideia central de despertar no professor o desejo de mudar a realidade do ensino de Geografia na séries iniciais do Ensino Fundamental, levando-o a conhecer e refletir sobre a realidade do mundo em sua totalidade e assim motivar seus alunos a buscar e construir seu próprio conhecimento para interferir de forma significativa nas ações políticas que norteiam a educação.

    2ª) "... no contexto da sala de aula, as atividades, do ensino de Geografia eram de caráter mecânico e decorativo. Esse processo, de certa forma, leva a uma paralisia da atitude crítica do aluno e reforça, cada vez mais, a incapacidade do estabelecimento de relações entre os conhecimentos adquiridos..." (p.62)
    Na obra estudada é possível perceber a relação que o autor faz entre a Educação Tradicional e a Geografia Tradicional, comparando-as em suas ações, onde ambas preocupavam-se apenas com a quantidade de conteúdos e supervalorizavam a memorização e repetição dos mesmos.
    Esse processo retirava do aluno a possibilidade de pensar e criticar sobre a sua realidade restando assim o conformismo sobre o que estava sendo ensinado. Atualmente torna-se importante a atuação do professor como orientador e mediador da construção do conhecimento dos alunos e também sobre a formação de conceito dos mesmos. É importante ainda que o professor parta de situações reais do aluno valorizando suas experiências e saberes sobre o mundo em que vive.

    3ª) A obra em estudo propõe para nós, futuros pedagogos, novos caminhos que precisam ser tomados para que a qualidade da educação se desenvolva de forma significativa no processo de ensino aprendizagem.
    A partir desse estudo, acredito que meus pensamentos e minhas atitudes mudarão, pois é necessário utilizar a Geografia como um processo que faz parte do desenvolvimento da aprendizagem dos alunos, e entendo que o ensino de Geografia tem um papel importante para o conhecimento das condições socioeconômicas, culturais e histórica da realidade social, e através destes conhecimentos despertar no aluno a compreensão de mundo.

    Acadêmica: Lisanir Cardoso Chaves
    E-mail: lisanir_cardoso@hotmail.com

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  3. FACULDADE DE IMPERATRIZ- FACIMP
    CURSO PEDAGOGIA PERIODO 5
    ACADEMICA: IRIS VALÉRIA SILVA CARDOSO
    ORIENTADOR: JOSELMA GOMES

    1. Qual a idéia central da obra lida?

    2. Escolha, duas ideias secundárias, faça a citação do autor, coloque entre aspas com a referida página, depois faça um comentário de no máximo 15 linhas sobre o que foi citado.

    3. Faça um comentário sobre o que a obra lida trouxe como contribuição para a sua atuação pedagógica dentro do contexto da geografia.

    1- R: O desafio da totalidade-mundo nas séries iniciais.

    2- R: “é impossível esconder das crianças o mundo, quando as informações lhes são passadas no exato instante do seu acontecimento” p.92
    A partir da leitura do mundo, da vida e do espaço vivido, Consideramos que a leitura do mundo é fundamental para que todos nós, que vivemos em sociedade, possamos exercitar nossa cidadania.a verdade é que se o professor está apto a exercer essa profissão que não exige apenas conhecimentos teóricos e práticos é também doar-se de maneira que o educando possa enxergar o possível no impossível tornando a cada dificuldade enfrentada um aprendizado para sua vida não só pessoal mas também profissional.

    3- R: A formação escolar da criança começa na Educação Infantil e entendemos que, para oportunizar a integridade da construção dos conhecimentos, a Geografia é fundamental nesta etapa de ensino. Ensinar geografia é um desafio sim, mas o professor precisa ser idealizador desse processo de construção de saber, Valorizando e buscando ferramentas que possam auxiliá-los no processo de construção do saber. O educador tem o papel de melhorar de forma significativa os conhecimentos que o aluno assimila. Para mim foi uma leitura significativa e aplicativa, agora tenho subsídios para desenvolver um trabalho eficiente e eficaz com os alunos. O professor, as suas concepções de educação e de geografia, é que
    podem fazer a diferença.
    irisvaleria@hotmail.com

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  4. 1. A obra traz a pedagogia uma reflexão sobre o ensino de geografia nos anos iniciais, trabalha com as questões teóricas, metodológicas da geografia e as preocupações que nos são postas pela educação. O autor nos mostra que através desse contexto, fora do tradicional é possível tornar a geografia uma disciplina interessante de procurar entender o mundo em que vivemos de maneira mais significativa.
    2. Conforme STRAFORINI, 2006, p. 53 citando Callai (1998) “O objetivo maior de ensinar geografia é fornecer ao aluno condições para que seja realmente construída a sua cidadania”.
    É necessário que o professor ao ensinar geografia, analise sua pratica pedagógica visando uma reflexão sobre a pratica da sala de aula, para a melhora no processo ensino-aprendizagem. Cabe então ao professor e a escola fornecer meios para o educando organizar os dados da realidade, precisamos definir qual o objetivo do ensino da geografia e se este está proporcionando ao educando uma compreensão mais ampla da realidade geográfica possibilitando dessa forma uma atuação com maior consciência em relação à natureza e ao meio ambiente, nesse sentido o ensino de geografia deve buscar a compreensão de um espaço que possibilite o entendimento da sociedade suas historias, contradições e utopias.
    3. Estudar essa obra de Rafael Straforene foi de grande aprendizado para o meu trabalho como educadora, pois a partir dela pude perceber a grande necessidade de um ensino de geografia permanente e inovadora para as crianças de qualquer nível de ensino. Acredito que ensinar geografia nessa perspectiva de totalidade-mundo seja mais um desafio que precisamos alcançar no sentido de conduzirmos educandos para um mundo globalizado que somente uma geografia critica possibilita.

    FABIA OLIVEIRA PAZ
    5 PERIODO PEDAGOGIA
    fabiamanina@hotmail.com

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  5. 1. A idéia principal da obra é o ensino de Geografia no sentido da totalidade do mundo, um ensino crítico.

    2. As idéias secundárias são:
    2.1 - A importância do ensino da geografia
    " alguns autores acreditam que o ensino da geografia seja fundamental para que as novas gerações possam acompanhar e compreender as transformações do mundo...".(p.51)
    2.2 - O ensinar geografia para as crianças
    " ...vêem no ensino de geografia para crianças uma das possibilidades de formação do cidadão através de um posicionamento crítico em relação às desigualdades sociais identificadas na realidade concreta das crianças".(p.79)

    É necessário rever os conceitos quanto ao ensino da geografia, num mundo globalizado como é o mundo que se vive hoje. O ensino da geografia no currículo escolar é de fundamental importância a partir do momento em que ela trata da compreensão do mundo. É o trabalhar com as crianças, dentre tantas outras coisas, as noções de espaço, a começar pelo lugar onde vivem, inserindo assim outras temáticas tais como o respeito ao espaço do outro e o amor ao lugar onde se vive, tendo em vista que são crianças. Se não forem trabalhadas agora, de forma que possam olhar as coisas ao seu redor com criticidade e intenção de mudança, nada acontecerá de melhor com o amanhã.

    3. A obra lida trouxe como contribuição para minha atuação pedagógica um novo olhar sobre o ensino de geografia, um olhar diferenciado a respeito dessa questão e o desejo de fazer o melhor cada vez mais, de ser diferente em minha postura em sala de aula. Sem nenhuma demagogia, posso afirmar que, não só o livro trouxe essas renovações para o meu "eu profissional", mas também a disciplina de Metodologia de Geografia foram muito importantes ao longo de todo o 5° período.
    Além disso, relevante a colocação de Straforini (p.81)ao dizer que o " o aluno deve ser inserido dentro daquilo que está estudando", pois reforçou em mim o pensamento de que o aluno deve ser o sujeito de sua aprendizagem e o professor somente um mediador da mesma.
    Poderia citar outras questões, mas não é possível. Contudo, reafirmo o valor da obra para minha vida profissional, a renovação de olhares que a mesma trouxe e as possibilidades apresentadas (direta ou indiretamente), para o ensino da Geografia.

    Aurea Cilene Brito da Silva

    E-mail: aureajoiarg@hotmail.com

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  6. RESPOSTAS


    1. A obra trata de metodologias que são utilizadas para aplicar o ensino da Geografia nas series inicias.


    2. “Na verdade a Geografia Crítica foi apresentada para a grande maioria dos professores através dos livros didáticos, pulando a mais importante etapa: sua construção intelectual” (p. 49)
    O que aconteceu foi que o professor repassou essa Geografia Crítica da mesma forma que á absorveu, com resposta pronta e acabada, porque na verdade o professor não foi ensinado como trabalhar com essa disciplina em sala de aula, e não conseguiu romper com os métodos da escola tradicional que são cheios de conteudismo e sem dinâmica, e como é mais cômodo não ir buscar novos caminhos, muitos se estabilizaram da forma que sabiam e só repassaram de forma errônea esse conteúdo para os alunos, que por sua vez receberam uma disciplina de cópias, onde não podiam interferir sendo ela aplicada no meio de ensino tradicional.

    “(...) o objetivo maior de ensinar Geografia é fornecer ao aluno condições para que seja realmente construída a sua cidadania” (p. 53)
    Na Geografia é preciso ensinar ao aluno uma totalidade do mundo em todas as suas dimensões, seja ela política, social ou cultural, o aluno precisa conhecer o meio em que vive para que possa compreender as relações e para que este possa se compreender no mundo e que se sinta inserido nesse espaço, saber que o espaço é de todos e assim criar a consciência de que é preciso cuidar e preservar esse meio sendo ciente não só dos seus direitos, mas também dos seus deveres como cidadão.


    3. Com o estudo dessa obra foi possível perceber um grande leque de conteúdos que podem ser trabalhados no ensino de Geografia nas series iniciais, onde até então eu não havia tomado consciência dessa complexidade de assuntos, e com esse estudo foi possível ampliar e muito a minha visão a respeito desse ensino, o que poderá fazer uma grande diferença quando eu for atuar em sala de aula.

    Patrícia Aquino Nascimento
    Patricia_aquinno@hotmail.com

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  7. Hethilinye Jhenmyff22 de junho de 2011 12:51

    1- A ideia central da obra é como ensinar a Geografia para as séries iniciais. Como tornar a Geografia mais interessante para as crianças, fazendo com que elas entendam o mundo em que vivem. O autor mostra como é possível fazer essa tranformação educacional, favorecendo a formação de cidadãos mais críticos, com autonomia para construir o próprio conhecimento.

    2 - "... Desde o início sabíamos que seria necessário encontrar no campo da Educação uma fundamentação teórica referente ao processo de ensino-aprendizagem capaz de sustentar nossos objetivos." (P.103).

    Sabe-se que a docência, é uma atividade profissional de alta responsabilidade técnica, política e social, portanto, a formação do educador requer compromisso e competência.É sabido, todavia, que o cenário educacional denuncia, insistentemente, dicotomias existentes na prática educativa, as quais comprometem e, não raro, profundamente, o alcance dos objetivos mais amplos da educação, especialmente quando se deseja uma educação para a formação do sujeito consciente no exercício de sua cidadania, almejando a transformação qualitativa da sociedade em que vive.
    Acredito que se pode buscar subsídios para compreender o papel da Geografia nas escolas e, ainda, a quem servem seus conteúdos e sua forma de ensinar.
    O professor, antes de tudo tem que conhecer as fundamentações teóricas para depois por em prática o seu conhecimento, não adianta ele querer dar uma aula só com o conhecimento empírico, é necessário um conhecimneto cientifico para saber como o aluno estar se desenvolvendo e se a aprendizagem estar sendo significativa.

    " A busca a essa fundamentação lena-nos, de imediato, ao conflito das teorias piagetianas e vigotskianas." (P.104)

    Não se pode valorizar uma teoria e esquecer da outra. Nesta perspectiva, as contribições de Piaget acerca da psicogênese da evolução do espaço que abarca o espaço vivido, percebido e concebido são essenciais para compreender como a criança aprende o espaço de acordo com seu estágio de desenvolvimento, desta maneira o aprendizado poderá ser mais significativo.
    Vigotsky também contribui para a compreensão de como a criança aprende e sua relação com o desenvolvimento intelectual e assim, a importância da escola como responsável pela mediação entre a criança e o objeto de estudo.

    3- Connhecer, analisar, estudar a obra "Ensinar Geografia o desafio da totalidade-mundo nas séries iniciais" de Rafael Straforini foi de grande valia para a minha atuação pedagógica, pois esta obra nos faz refletir sobre como anda o ensino da Geografia, e que o ensino desta disciplina tem a função de promover o desenvolvimento geral do aluno e não apenas a leitura e a escrita. O professor antes de lecionar tem que se fundamentar para ter argumentos e conhcecimentos necessários para mediar a aprendizagem do aluno, pois o ensino da Geografia também proporciona o encontro das necessidades de assimilação de conhecimentos úteis para a vida em sociedade.


    Hethilinye Jhenmyff Sousa Alencar

    hethilinye_jhenmyff@hotmail.com
    jhenmyff@gmail.com

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  8. MANACHAIA DE SOUSA OLIVEIRA
    nanashara_2007@hotmail.com

    1- A obra tem como ideia central ensino de Geografia no que se refere ao entendimento do espaço geográfico enquanto totalidade de mundo, como um todo.

    2- “... no contexto da sala de aula, as atividade do ensino de geografia eram de caráter mecânico e decorativo. “ P.62

    O ensino da Geografia nas escolas era desenvolvido de forma superficiais e fragmentados, e sem nenhuma perspectiva crítica em relação aos conteúdos ministrados.
    A disciplina era vista como matéria decorativa que limitava em saber nomes de continentes, países, cidades, rios dentre outros. Isso poderá ocasionar uma transmissão superficial do conhecimento.
    Muitos educadores conduzem os conteúdos de forma unificada, isso significa que quando um professor trabalha de forma unilateral, ele pode ao mesmo tempo desenvolver assuntos de caráter social, explicitando que as relações sociais diretamente ou indiretamente, sempre com a finalidade de abranger o conteúdo como um todo.

    “... Kaercher (1998), o mundo irreal construído nas aulas de geografia é resultado da ação do professor que não estabelece relação entre a escola e a vida...”p. 82

    Os conteúdos de geografia devem sempre está entrelaçados realidade e a experiência do cotidiano dos alunos para uma maior assimilação do conteúdo.
    É preciso mostrar aos alunos que podemos entender melhor o mundo em que vivemos, se pensarmos no espaço como um elemento que ajuda a entender a lógica do mundo.
    A geografia deve ser ensinada de forma “concreta”, valorizando o espaço, a cultural e a identidade das crianças. O aluno parte da realidade a sua volta, sua moradia, sua escola, o trajeto entre casa e escola, sua rua, seu bairro, sua cidade e seu município.
    Os professores devem sair do “abstrato”, da geografia de memorização e enciclopédica, que os alunos pouco se interessam, buscando novas formas de ensinar geografia despertando a curiosidade dos estudantes através de filmes, jornais e internet.


    3- Ao ler a obra, percebe-se que a Geografia percorreu várias etapas, rompendo paradigmas e renovando seu caráter Tradicional para Renovado. Foi norteador, para que no futuro quando estiver em sala, possa deixar de lado a dicotomia das aulas em busca de uma melhor contextualização para as aulas, trabalhando a Geografia e seus conceitos de forma diferenciada.
    E que a Geografia deixe de cumprir um papel meramente curricular obrigatório, e se torne uma ferramenta de auxílio para a percepção do estudante diante o mundo que o permeia, desenvolva a partir disto as habilidades para se tornarum cidadão autônomo, crítico e consciente.

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  9. RESPOSTAS DOQUETIONÁRIO
    1ª QUESTÃO
    ENSINAR DE MANEIRA QUE AS PERSPECTIVAS DA GEOGRAFIA POSSAM DISPERTAR NO INDIVÍDUO O SENSO CRÍTICO, AJUDANDO-O NA SUA FORMAÇÃO SÓCIO-HISTÓRICO CULTURAL.
    2ª QUESTÃO
    [...] CONDICIONADO O HOMEM AO HÁBITO GRAMATICAL DE INTERPRETAR A REALIDADE VENDO NELA APENAS SUJEITOS E PREDICADOS, INCITA-O A POSTULAR A EXISTÊNCIA DE UM AUTOR POR DETRÁS DE TODA AÇÃO; ENQUADRANDO AQUILO QUE OS SERES HUMANOS PENSAM E FALAM NOS PADRÕES DA CASUALIDADE, TAL CONCEPÇÃO OS IMPELE, EM SUMA, A NEGAR O CARÁTER PROCESSUAL DA EXISTÊNCIA. ( BARROS, 2007, P. 17 ). PAGINA DO LIVRO 204
    ENTRANHAS DA REALIDADE DOS INSTRUMENTOS DO PENSAMENTO
    PODEMOS OBSERVAR QUE O MUNDO SEMPRE ESTÁ PASSANDO POR MODIFICAÇÕES, SENDO CONDICIONADO A REALIDADE FUTURA. E A LINGUAGEM É A EXPRESSÃO DE CADA TEMPO APROPRIANDO-SE DE CADA ÉPOCA ATRAVÉS DA RAZÃO.
    O SER HUMANO É CAPAZ DE FORJAR E APRIMORAR O CONHECIMENTO DE ACORDO COM A NECESSIDADE DE COMUNICAÇÃO PARA SATISFAZER ÀS INJUNÇÕES IMEDIATAS DE SOBREVIVÊNCIAS. SENDO ASSIM, PARA SE GANHAR FORMA E CONTEÚDO OS RECURSOS DO PENSAMENTO SÃO PRÉ-FORMADOS PELA COLETIVIDADE.
    “ O HOMEM SENTE E PENSA A RESPEITO DE SI MESMO JÁ SE ENCONTRA CONDICIONADO PELAS MAIS ELEMENTARES ESTRUTURAS DA LINGUAGEM, [...] QUANDO É VERTIDA EM PALAVRAS E SIGNOS DE COMUNICAÇÃO, A ATIVIDADE REFLEXIVA JÁ SE ACHARIA CIRCUNSCRITA Á ESFERA DA CALCULIBILIDADE, E ESTARIA INSERIDA EM ESQUEMAS LONGAMENTE CONSOLIDADOS DE SIMPLIFICAÇÃO E ABSTRAÇÃO, [...]. ”( BARROS, 2007, P. 12-15 ) PAGINA DO LIVRO 203 E 204
    A LINGUAGEM COMO INSTINTUIÇÃO SOCIAL
    A RELAÇÃO DO SER HUMANO COM A NATUREZA FEZ COM QUE O MESMO DESCOBRISSE A NECESSIDADE DE VIVER EM TERMOS SOCIAIS DE PRODUÇÃO DE SUA EXISTENCIA E DE CULTURA. DESPRENDENDO-SE DAS FORMAS DE VIVER SOMENTE COMO COLETORES E DESCOBRIDORES DE ALIMENTOS NATURAIS.
    ESSA RELAÇÃO DO SER HUMANO COM O MUNDO POR ELE CRIADO, INVENTADO E PRODUZIDO TIVERAM RESULTADOS INÉDITOS. COM O CONVÍVIO SOCIAL E A DIVISÃO DE ATIVIDADES DENTRE ELES, A INTELIGÊNCIA FOI DESENVOLVIDA, POSSIBILITANDO ASSIM TAMBÉM O FLUIR DOS SENTIMENTOS E DA CONSCIÊNCIA.
    DIANTE DA NECESSIDADE DE SE SOCIALIZAREM ATRAVÉS DA SOLIDARIEDADE E DE SE ENTENDEREM, A COLETIVIDADE NA PRODUÇÃO EXIGIA DELES ENTENDIMENTO ENTRE SI.
    SURGIRAM ASSIM DOIS DISTINTOS PLANOS DE EXISTÊNCIAS, O PLANO DAS RELAÇÕES COM OS ELEMENTOS DA NATUREZA POR MEIO DO EXERCÍCIO DO TRABALHO PRODUTOR DE BENS DA CULTURA QUER USUÁRIA OU DE CONSUMO FISIOLÓGICO E PLANO DAS RELAÇÕES COM SEUS SEMELHANTES E DAS RELAÇÕES COM OS PRODUTOS DA SUA CRIAÇÃO, O SÓCIO-CULTURAL.
    OS SINAIS DE COMUNICAÇÃO COMO GESTOS, MÍMICAS, GRITOS E A LINGUAGEM ERAM CONDIÇÕES IMPOSTAS E ASSEGURADAS PELAS SUAS PRODUÇÕES CULTURAIS, CONDIÇÃO SOCIAL QUE OS AJUDARAM NO TRABALHO COMO ( CONSTRUIR HABITAÇÕES, CAÇAR, CONFECCIONAR, FAZER ARMAS...) E A COMUNICAR-SEM MELHOR SEUS ESTADOS MENTAIS E AFETIVOS.
    3ª QUESTÃO
    É BEM VERDADE QUE A CONSCIENCIA DA EXISTENCIA DO INDIVIDUO SE DÁ MEDIANTE A INTERAÇÃO DO MESMO COM O MEIO AO QUAL ESTÁ INSERIDO. E COMO REFLEXO DE SOBREVIVÊNCIA DOS SERES HUMANOS, DIANTE DA PRESSÃO DA NECESSIDADE DE COMUNICAÇÃO E SOCIABILIDADE, O PENSAMENTO É FORJADO E DESTA FORMA GANHA FORMA E CONTEÚDO PRÉ-FORMADOS PELA COLETIVIDADE.
    DE ACORDO COM OTEXTO, A PALAVRA É A PARTE VISIVEL DO PENSAMENTO, AJUDA A SAIR DA SOLIDÃO INTERIOR, DANÇAS, CANTOS, MITOS, RITOS, PRECES, INVOCAÇÕES, ESCULTURAS, PINTURAS RUPESTRE, PRODUÇAÕ LITERÁRIAS, ETC.
    É PRECISAMENTE O USO DA LINGUAGEM QUE DETERMINA O PENSAMENTO TEÓRICO DO HOMEM ( LEONTIEV, p. 36 ).
    COMPREENDER E DESENVOLVER O INDIVÍDUO EM SUA ESSÊNCIA, ATRAVÉS DA MEDIAÇÃO E OBSTRAÇÃO, NÃO SOMENTE AO CONHECIMENTO QUE ELE É, MAS TAMBÉM AO CONHECIMENTO DO QUE PODE VIR-S-SER, TORNÁ-LO EM INDIVÍDUO SOCIAL E NÃO PRIVADO.
    NA GEOGRAFIA CRÍTICA É POSSIVEL DESENVOLVER UM ENSINO QUE FAVOREÇA O ENTENDIMENTO REAL E CONCRETO DA OPÇÃO HUMANA.
    James Ferreira de Sá

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  10. 1. Numa resposta objetiva - Qual a idéia central da obra lida;

    A ideia central da obra diz respeito à necessidade de se trabalhar o conceito de espaço geográfico como uma totalidade-mundo nas series inicias. É preciso que se entenda que o mundo é “um todo sistêmico, desigual e combinado”, pois as ‘partes’ se juntam e se relacionam para formar um todo. Neste sentido, o ensino de geografia no ensino fundamental não pode ser dado e compreendido como se o mundo fosse somente recortes espaciais, mas que seja um todo, constituído por homens em realidade que se relacionam e possuem movimento, não ficam estáticas ao longo do tempo.

    2. Escolha, duas ideias secundárias, faça a citação do autor, coloque entre aspas com a referida página, depois faça um comentário de no máximo 15 linhas sobre o que foi citado;

    A)
    “Os pesquisadores dessa área do conhecimento são unânimes quanto à escolha da realidade dos alunos, ou seja, o lugar de convivência ou ainda, o imediato concreto como o ponto de partida para ensinar Geografia para crianças.” (p. 81)
    Esta é uma sugestão valiosa para o professor, principalmente àqueles que trabalham com as séries iniciais. Para que o aluno compreenda os fenômenos, o todo que o envolve, é necessário que o professor envolva inicialmente o que é significativo para o discente, ou seja, a realidade do aprendente.
    Se o aluno se sentir dentro do que ele estuda em sala, sem dúvida isso vai contribuir para a compreensão do que lhe é proposto, além de se perceber como um ser ativo e que contribui para a mudança do todo (mundo), e mais importante, consegue compreender os processos que ocorrem fora da sala de aula.
    Vale ressaltar que mais do que descrever a realidade do aluno, é preciso que se estabeleça relações com a totalidade-mundo, caso contrário, essa prática perde seus valores pedagógico, inovador e transformador.

    B)
    “Não há como conceber o mundo linearmente, estudando as partes: casa, rua, bairro, cidade, estado, país, continente separadamente para depois juntá-los, formando assim o mundo.” (p. 82)
    Destrinchar em pedaços o mundo e querer montá-lo como um quebra-cabeça não é uma prática aconselhável para quem quer lecionar de maneira mais produtiva. É necessário sim, que se busque a compreensão de um todo, em que todas essas partes se relacionam e estão inseridas umas nas outras, ou seja, é uma totalidade.
    Cabe o professor não podar as crianças e impor limites. É indispensável que elas da sua bagagem abstrata para entender o concreto, para mais à frente compreender algo mais complexo e abstrato. Até porque o mundo não é uma colcha de retalhos, mas um todo que se relaciona entre si.

    3. Faça um comentário sobre o que a obra lida trouxe como contribuição para a sua atuação pedagógica dentro do contexto da geografia.

    A obra traz como contribuição a reflexão para mudança de postura do educador em relação ao ensino de Geografia; partindo da idéia de que o sujeito não age socialmente porque não foi preparado para isso, é necessário que o professor guie o aluno no processo de transformação dele próprio e que faça da educação o caminho para as transformações sociais. E isso deve ter começar já nas séries iniciais, através da inserção das vivências dos alunos dentro da aula, para que se entenda o mundo a partir do que é conhecido, porém sempre relacionado com os conteúdos. Sem dúvida, é uma obra que só vem a somar na bagagem pedagógica do docente, na forma de ver o mundo e de lecionar Geografia.

    Aluna: LORENA COSTA ROMEIRO
    Email: lorenaromeiro@hotmail.com ou lorena_machado_costa@hotmail.com

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  11. 1- A obra tem como ideia central voltada para o ensino de uma GEOGRAFIA TOTALIZADORA, sempre relacionando o abstrato com a realidade.
    2- “O ensino de Geografia totalizadora busca exatamente trabalhar as ideias de mundo que começam a povoar e inquietar suas mentes”( pg. 116)
    “O professor, em interação com os alunos, quem desencadeia a ação e quem tem a chance de verificar, na dinâmica do processo, sua adequação e eficiência em função de seus Propósitos.” (pg. 119)

    Atualmente, o ensino da Geografia sente a necessidade de desprender-se do velho tradicionalismo abordando apenas temas sobre a natureza, os desastres e etc, pois o mundo de hoje não é mais como fora outrora. Neste ínterim o ensino da geografia visa trabalhar não apenas conteúdos formais, mas também as ideias inquietantes que permeiam as nossas mentes, e isso contribui para que este ensino se amplie, tornando assim um ensino totalizador que almeja uma visão mundial.
    Contudo, para que de fato este ensino ocorra é imprescindível a mediação de um profissional , que tenha uma visão ampla de mundo, afinal não podemos esquecer que muitos ainda acreditam no ensino tradicionalista, fato este que dificulta o processo de ensino aprendizagem.
    Sabe-se que a teoria é importante neste processo e cabe ao educador conduzir esta teoria sempre fazendo um paralelo com a realidade do educando, e isto vai depender exclusivamente do professor que irá desenvolver meios para que a aprendizagem se torne de fato significativa.
    3-A obra contribui para que se possa propor um ensino de geografia mais amplo, e que a realidade seja o ponto de partida, pois a partir desta realidade poder-se-á sempre relacionar o abstrato com o concreto, e isso possibilitará um ensino de qualidade no processo educativo.
    WÉVILA GOMES SANTANA
    wendely.santana@hotmail.com

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  12. 1-em minha concepção,a ideia central do autor com essa obra, com certeza é orientar os professores de geofrafia de como ensinar geografia em sua totalidade.
    2-"Ensinar geografia nos dias atuais requer dos professores a formulaçao de questões centrais, tais como:para que se ensina geografia?por que aprender geografia?"(p.51.
    o professor de geografia precisa entender que nos dias atuais é preciso mas que nunca plantar nas crianças essa idéia de que a geografia ´tão importante como qualquer outra disciplina,de sua relevãncia na sociedade e na vida do educando tanto criança e pricipalmente quando adulto, pois precisamos da geografia desde o nosso deslocamento até a nossa localização enfim a geografia e de fundamental importância em nossa vida como cidadão.
    "a geografia na escola tem a finalidade de formação de modos de pensar gograficos por parte dos alunos"(CAVALCANTI,2002:12)(P.53).
    Então o que o outor cita e exatamente o que os PCNS nos propõe que que nós como professores deixemos nossos alunos curiosos que levemos eles a pensarem e a produzir seu póprio pensamento a respeito da disciplina e do mundo, não podemos chegar em sala de aula e apenas depositar o nosso conhecimento nas crianças precisamos abrir espaços para que eles demonstrem o que ja sabem, e dar a devida importãncia a esse conhecimento.
    3-da obra lido tirei grandes aprendizados, pois ela veio fundamentar os assuntos que foram debatidos ao longo deste período e contribuir muito para que eu como professora não der continuidade a essa geografia tradicional, e caduca, para que realmente possa botar meus conhecimentos em prática e ser a inovação da nova geraçaõ de professores que estão surgindo.
    ELISÂNGELA AMARAL SANTOS
    elysa64@hotmail.com

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  13. 1.Numa resposta objetiva - Qual a idéia central da obra lida;

    A referida obra tem como enfoque principal o entendimento da totalidade do espaço geográfico. Este, não pode ser mais visto de forma fragmentada, pois os lugares estão unidos pela informação e tecnologia, afinal, conforme Straforini “compreender o todo é mais importante que saber tudo.” (2008, p. 52)

    2. Escolha, duas ideias secundárias, faça a citação do autor, coloque entre aspas com a referida página, depois faça um comentário de no máximo 15 linhas sobre o que foi citado;

    De acordo com Straforini “O presente não descarta a história e não ignora o futuro.” (2008, p.29) Esta afirmação mostra que educação para transformar o indivíduo tem que abordar o presente, levando em consideração a historicidade deste tempo. É importante para o êxito deste processo, que haja um esquema teórico que apreenda em sua totalidade a realidade do mundo.
    E a globalização - como a realidade do hoje – é entendida em um todo sistêmico (totalidade), onde a desigualdade é marcante e a combinação de resultados para a obtenção do lucro. É evidente que as possibilidades dadas pelas inovações técnicas mundiais são provenientes da informação e comunicação de um mundo capitalista, globalizado e neoliberalista (individualista), conforme cita Straforini “o conhecimento é tomado pelo capitalismo como instrumento de lucro, controle e poder.” (2008, p.32)
    O Estado neste contexto, tem um papel importante, legalizar com novas formas as atividades econômicas e financiar com seu capital as empresas, para que estas aumentem o seu patrimônio financeiro e conseqüentemente as desigualdades sociais.
    A Geografia então, que valoriza o ser humano com suas especificidades, assume a função primordial na busca por uma existência humana digna que não esteja centrada em um bem comerciável
    .
    3. Faça um comentário sobre o que a obra lida trouxe como contribuição para a sua atuação pedagógica dentro do contexto da geografia.

    Para o ensino da Geografia a obra aborda a educação como um processo de transformação da realidade, onde os alunos são os executores das ações e as suas vivências devem ser inseridas nas escolas, pois estas são os elos paralelos com o mundo. E a formação plena da cidadania se dará por meio dos questionamentos críticos quanto à realidade que envolve esses alunos.
    Também enfoca a importância da inter-relação onde a Geografia relaciona os fatos e os contextualiza, facilitando assim o seu vasto entendimento. Devido a essa complexidade, e ao desinteresse dos professores que deveriam ser guias nas buscas pelos saberes, há um desinteresse pela disciplina e com isso se conhece muito pouco à respeito do espaço geográfico que envolve a todos.

    Aluna: Gilka Moura Leal
    E-mail: gilkaleal@hotmail.com

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  14. 1.A obra “Ensinar Geografia o desafio da totalidade-mundo nas séries iniciais, tem como ideia centra o desafio colocado aos professores no ensino da geografia em séries iniciais.
    2. A geografia , necessariamente, deve proporcionar a construção de conceitos que possibilitem ao aluno compreender o seu presente e pensar o futuro com responsabilidade ou ainda, preocupar-se com o futuro através do inconformismo com o presente” (pág. 51)
    “O estudo fragmentado da realidade não leva o aluno a lugar algum. Muitas vezes o ensino não passa de uma decoração exagerada da enumeração e da descrição de fatos isolados.” (pág. 52).
    O professor no deve ensinar a geografia apenas com uma visão centralizada, ou seja a geografia não é somente o estudo de cadeias montanhosas, tipos de solo, relevo ou vegetação, mas sim instigar o aluno a olhá-la com uma visão globalizada do assunto, pois é isso qua a disciplina proporciona para aqueles que a sabem compreender.
    Ao contrario do que se pensa, a geografia não é algo estático, parado, pois o mundo esta em constante movimento e assim possibilita ao aluno a análise do presente para melhorar o futuro sem que este olhar seja fragmentado, pois a aprendizagem é constante.
    Contudo o ensino adotado atualmente pela geografia construtivista possibilita um processo de ensino-aprendizagem eficiente que proponha uma ensino totalizador com visão ampliada de mundo.
    3. A obra possibilita ao professor uma modificação no processo de ensino para que este se torne amplo proporcionando ao aluno uma visão aberta e global da geografia.

    Wádila Gomes Santana
    wadilasantana@hotmail.com

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  15. 1- Percebe-se, que diante do mundo globalizado em que vivemos, faz-se urgente uma mudança no ensino de geografia principalmente nas séries iniciais, possibilitando à estas crianças um conhecimento de mundo, mas tambem, as fazendo compreender a realidade em que vivem.Para tal, a obra deixa explícita que este ensino de geografia busca a interaçao entre as abordagens sintética e analítica,onde ambas levem em consideraçao tanto os aspectos de cunho particular como geral.


    2- Segundo Silva(2002),"A geografia crítica que se instalou nas escolas, não conseguiu romper com o conteúdismo da escola tradicional".(p.50).


    Em pleno século XXI, o sistema educacional ainda encontra problemas para aplicar de modo desalienado sua grade currícular, principalmente no que diz respeito às disciplinas de História e Geografia. Isso se confirma ao verificar que o ensino da Geografia Crítica infelizmente não acabou com o conteúdismo da escola tradicional, uma vez que,os professores continuam fazendo uso quase que exclusivo apenas do livro didático e mantendo uma postura como sendo o único detentor do saber, sem proporcionar a seus alunos serem atuantes na construção de seu aprendizado.


    Nas palavras de Oliveira(1994:4), "o saber que vem sendo ensinado nas escolas,sobretudo de primeiro e segundo graus, ainda está muito longe de permitir aos jovens a compreensão do mundo em que vivem e,muito menos ainda, tem permitido abrir-lhes horizontes para a sua transformaçao". (p.62).


    A citaçao a cima é clara, quando afirma que o "conhecimento" transmitido nas escolas não passa de um ensino falido,de um mero repasse de informações já que, nossas crianças e jovens estão longe de compreender a complexidade do mundo que as rodeiam e tão pouco tornarem-se agentes ativos e transformadores desta triste realidade. No entanto,faz-se urgente, uma mudança por parte principalmente dos docentes quanto às metodologias utilizadas em suas práticas pedagógicas.



    3- Fazendo uma análise da obra, verifica-se que é de extrema relevância, que o futuro pedagogo passe a ter esse olhar crìtico quanto, ao ensino e as metodologias utilizadas na disciplina de Geografia nas séries iniciais pois, este é o momento que o educador tem para fazer com que essas crianças tornem-se cidadãos críticos e conscientes da realidade em que estão inseridos, os levando a entender à sua importancia como transformadores da sociedade.E esta obra norteia este profissional, mostra o que fazer e como fazer para dar sentido significativo ao ensino de geografia.


    Maria Aparecida Ribeiro Lima

    cida_lima02@hotmail.com

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  16. 1 – O tema central da obra se refere ao ensino de Geografia nas séries iniciais a partir de uma análise de teorias da aprendizagem de uma pesquisa sobre a realidade de duas escolas públicas. O texto propõe uma reflexão sobre dois momentos: o ensino tradicional e o ensino construtivista de Geografia. Também apresenta um desafio para a valorização da totalidade mundo na visão infantil, sendo este um desafio para os educadores nos dias atuais.

    2
    “ A Geografia crítica que se instalou nas escolas, segundo Silva(2002) não conseguiu romper com o conteudismo da escola tradicional. Nesse mesmo sentido, Cavalcanti (1988) afirma que havia a crença que para ensinar bem bastava o conteúdo da matéria ser enfocado criticamente, ou seja, o que houve foi a substituição dos conteúdos neutros e descontextualizados por conteúdos pensamente críticos” (p.50)
    “ Para Oliveira(1992) a intervenção pedagógica provoca avanços que não ocorreriam espontaneamente. Esse avanço se dá pelo aprendizado que a escola possibilita, logo o aprendizado precede o desenvolvimento” (p.109)

    Ao mesmo tempo em que o tema central desta obra se refere ao ensino de geografia, de forma relevante o autor sugere algumas discussões pertinentes ao papel da escola e do professor no ensino de geografia. Em primeiro lugar o texto desconstrói a idéia de que a geografia não pode ser aprendida nas séries iniciais visto que a criança não teria condições intelectuais de absorvê-la. Isso é um engano que perpassou a educação por muito tempo, apesar das teorias piagetianas e do próprio Vygotsky já dizerem o contrário. È notório que a criança tem todas as condições de compreender os espaços em que está inserida de acordo com suas fases de desenvolvimento, base da teoria de Piaget. Já para Vygotsly o aprendizado se dá por meio de processos internos que a criança desenvolve ao longo de sua vida. Partindo dessas premissas pode-se afirmar que nas primeiras fases da vida a criança deve ser estimulada pela sua visão de totalidade mundo.
    Portanto ao traçar um paralelo entre o tradicional e o construtivismo o autor desse texto não sugere apenas uma mudança de método e sim de mentalidade por parte da escolas e seus agentes de desenvolvimento, no caso, professores, gestores e família.
    3 – Esta obra se revela numa contribuição extraordinária para os educadores brasileiros, principalmente para quem vive no ambiente do ensino fundamental. Ao se fazer uma análise com um olhar critico desse trecho é possível concluir que apesar de tantas teorias e experiências que sugerem uma mudança de postura no ensino de geografia, ainda é muito recorrente nos dias atuais o retorno ao tradicionalismo que não consegue inovar e contextualizar a geografia como agente de transformação e de atitudes.

    GILDAZIO BRITO SANTOS
    gilsantos.itz@mirante.com.br

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  17. 1. a obra lida traz como idéia central o ensino de geografia e a importância deste para a sociedade atual.

    2. "a diferença desse sistema técnico como período técnico anterior é a hierarquia no acesso às informações, pois somente alguns têm a capacidade de adquirir, tratar e usar tais informações. o uso das informações é extremamente corporativo e hierarquizado. muitas vezes tais informações são capazes de desbancar conhecimentos locais produzidos ao longo do tempo".(p.33).

    "[...] com a globalização a escola não tem somente a função de desenvolver a inteligência, o senso crítico, a criatividade e a iniciativa pessoal, mas também discutir os grandes problemas do mundo".(p. 51).

    percebe-se que com o passar dos anos, o poder sobre as informações continuam, ainda, nas mãos de poucos, sendo que, estes "controladores" das informações são na maioria das vezes integrantes do seleto grupo da sociedade, ou seja, os ricos e, consequentemente, "poderosos", que junto com as informações, detém de certa forma o "poder" sobre a vida daqueles que estão em um patamar social menos elevado, sendo que, com o advento da globalização, a escola vem sendo obrigada a driblar, de certa maneira, este controle de informações, a fim de formar cidadãos nos moldes que a sociedade precisa atualmente, ou seja, cidadãos críticos que tomem posição diante dos problemas que o mundo enfrenta e que defenda sua opinião de maneira firme, no entanto, com a flexibilidade que é necessária para que o ser humano viva bem em sociedade.

    3. a obra traz à tona uma reflexão sobre o ensino de geografia a que a sociedade atual foi submetida enquanto estudantes, repensando-se assim essas práticas pedagógicas, pois a modernização, a globalização e o constante renovar de técnicas e tecnologias abre um leque de possibilidades diante dos docentes que estão em sala, de maneira a não permitir que o ensino desta ciência, que é tão importante quanto as demais ciências, se torne massante para os discentes. renovar as práticas pedagógicas faz-se necessário para que os alunos consigam absorver mais facilmente os conhecimentos geográficos que lhes são transmitidos, desenvolvendo com isso a capacidade de fazer uma praxi, ou seja, uma relação dos conhecimentos que são transmitidos na escola, com a realidade vivenciada por cada uma no dia a dia.

    Rosicléia Brito da Silva.

    rose.pdga@hotmail.com

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  18. 1º) A obra se coloca como trabalhar a geografia com crianças dos anos iniciais do Ensino Fundamental, se tratando de algumas teorias como de Vygotsky, Zona de Desenvolvimento Proximal, como também a obra tem como idéia nos fazer refletir para avançar e encontrar os caminhos para experimentar novas experiências, a possibilidade de fazer o ensino de geografia nos anos iniciais um caminho para compreender a realidade em que cada criança vive, despertando nelas um interesse maior de procurar entender o mundo em que vivemos.

    2º) “A constante e maciça exposição das mercadorias e dos eventos pela mídia transforma-os em coisas concretas e possíveis de serem consumidas e vivenciadas” p. 92
    “O conceito cotidiano de lugar, fortemente marcado pelo egocentrismo, ainda continua mais significativo na resolução dos problemas das crianças nessa faixa etária” p. 114
    Na primeira citação se trata do poder que a mídia traz para dentro de casa, sendo assim também, traz costumes, culturas, e etc, na obra cita um exemplo bastante significativo, A Copa do Mundo, pois mostra à cultura de vários países, costumes, danças, comidas típicas, vestimenta dá sensação de está no local onde a mídia expõe essas informações. Na outra citação fala do comportamento da criança no meio da atividade, o conceito cotidiano, é o que a criança executa, responde algo sem mesmo compreender e isso é um particular da cada criança.

    3º) A leitura dessa obra foi de grande valia para meu conhecimento, pois se tratar do ensino de geografia nas série iniciais é um grande desafio. Na atuação pedagógica que levo comigo é a possibilidade de construir outro aspecto, outra expectativa para que as crianças não pensem que a geografia é simplesmente planícies, mercadorias e moeda, há muito mais para ser trabalhado.


    Jackeline do Nascimento Pinheiro

    jackei_007@hotmail.com

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  19. 1.Idéia central da obra:É possibilitar ao professor de geografia um conhecimento amplo, para que o mesmo venha contribuir de forma significativa na vida do educando.

    2."O objetivo da escola tradicional é a transmissão de conhecimento, ou seja, uma preocupação conteudista". (pág.57).
    -Ouve-se muito falar em mudanças tratando-se da educação, porém, não se vê grandes coisas acontecerem no sistema de ensino, principalmente quando se trata da rede pública. Infelizmente ainda há professores que não se preocupam com o tipo de cidadão que está a formar, pois a maioria tem demonstrado maior preocupação na quantidade de conteúdos a transmitir que na própria qualidade de ensino, é assim na escola tradicional seja ela pública ou privada,onde os alunos são apenas receptores, estão ali apenas para reproduzir o que lhe foi transmitido.Resultando em um aprendizado insignificante.

    "Cabe ao ensino de geografia impulsionar as crianças a utilizarem sistematicamente todas essas informações para que elas possam avançar na compreensão do mundo" (pág.116)
    -O professor é o mediador do conhecimento e para que ocorra a aprendizagem é necessário que o professor disponha de recursos e tenha definições claras para esse ensino. É de fundamental importância o professor estar instigando a criança, ouvindo sobre seus conceitos, o lugar onde vive.O ensino de geografia fornece subsídios para que a criança se situe em seu lugar de vivência, por meio da observação do que está a sua volta para isso basta que essa aprendizagem seja significativa.


    3.Em relação a leitura da obra:O professor não deve limitar-se a sala de aula, pois há muito mais a ser aprendido e ensinado além do que se encontra em livros didáticos.o ensino de forma fragmentada não deverá fazer parte de nossa vida enquanto futuros pedagogos atuante, além de valorizar o conhecimento de mundo de cada criança, não ignorar.

    Vilma de Sousa
    vilma_amosenhor@hotmail.com

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  20. O autor do livro trata principalmente sobre o ensino de Geografia nas séries iniciais e que a mesma não está sendo aplicada corretamente, pois a Disciplina de Geografia não tem o devido espaço de que necessita para ser compreendida pelos alunos de forma clara e objetiva, visto que, esta Disciplina “deve proporcionar a construção de conceitos que possibilitem ao aluno compreender o seu presente e pensar o futuro com responsabilidade [...]”, (STRAFORINI, p.51).
    Sabedores de que a geografia na atualidade esta sendo utilizada para explicar as transformações do mundo atual em todas as suas dimensões político, social, econômico e cultural, não se pode mais ter olhar de desprezo para com essa Disciplina, pois esta aborda todas os aspectos existentes no processo de globalização. No entanto, a Geografia enquanto Disciplina escolar vem sendo tratada de forma descontextualizada e fragmentada.
    O autor ressalta ainda que, para que o aluno compreenda esse processo globalizante na atualidade é preciso que a escola quebre estes paradigmas tradicionalistas que suspende esta matéria como algo fora da realidade dos educandos. Neste sentido, Straforini destaca o importante papel do educador como mediador desse processo, más é preciso que o professor possua uma base teórico-metodológica que possibilite o mesmo a trabalhar esta Disciplina de forma significativa. O ensino de Geografia para as crianças deve partir de sua própria realidade, ou seja, “imediato concreto” no intuito de compreender a totalidade-mundo.
    Portanto, serviu para elucidar que o ensino de Geografia deve ser trabalhado desde os primeiros anos de escolaridade forma critica,sem fazer dissociação da Disciplina com a ciência Geografia.

    FRANCISCA DE OLIVEIRA SANTOS
    franorion17@hotmail.com

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  21. 1.O livro tem como ideia central o ensino da Geografia de forma totalizadora.

    2."O papel do adulto passa a ser fundamental na aprendizagem; consequentemente é também fundamental no desenvolvimento da criança.” (pág.115)
    O adulto tem como papel principal desenvolver na criança suas capacidades cognitivas, psíquicas e motoras tornando se o fio condutor de todo esse desenvolvimento na criança, bem como o primeiro contato da criança com uma atividade desconhecida deve sempre contar com o intermédio de um adulto, todo esse processo de intermédio e conhecido como zona de desenvolvimento proximal onde o adulto auxilia a criança,tornando se o mediador das atividades desenvolvidas pela criança, pois juntamente com a combinação entre as possibilidades e os instrumentos dados pelo adulto lhe proporciona a independência, pois ao internalizar um procedimento ela já consegue realizá-lo sozinha e assim desenvolvendo suas habilidades.


    “[...] a atividade oral tem um importante papel no processo de ensino-aprendizagem e transformação da sociedade.” (pág.123).
    A fala e um instrumento fundamental para o homem se desenvolver e através dela que se dá a comunicação, e por meio da oralidade que ampliamos a habilidade de se expressar em grupo; para se obter um maior resultado no aprendizado das crianças o professor deve intermediar o diálogo entre os alunos gerando debates, trocando ideias, experiências, criando o respeito entre as diferentes opiniões esclarecendo e ajudando a transformar a sociedade, a fala e essencial para processo de construção do conhecimento e através dela que se pode comunicar se com outros, ordenar e fazer indagações, pois somente uma sociedade que dialoga por seus direitos e que escuta o próximo pode chegar a uma igualdade.

    3.Diante de um mundo globalizado, o ensino da Geografia deve ser a cada dia atraente e estimulante aos alunos; com todas as informações obtidas com a leitura da obra de Rafael Straforini, pretendo como futura pedagoga trabalhar com os alunos tanto no ensino da Geografia ou mesmo outras disciplinas de forma que todos venham a participar das aulas construindo seus próprios conhecimentos mediante pesquisa, experimentação e que venham a desenvolver o raciocínio lógico e cognitivo para que assim construam suas características de mundo.


    Crislene Cardoso Borges 5ºperíodo
    e-mail: crislene85@hotmail.com

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  22. 1. A obra tem idéia central, o ensino-aprendizagem da geografia em sua totalidade.
    2. “O ensino da geografia para as series iniciais não deve ter objetivos tão díspares dos demais níveis de ensino”. (p.79)
    A possibilidade de fazer do ensino da geografia nos anos iniciais um cainho para compreender a realidade em que se vive é bastante concreta, e o autor nos fala que também neste nível de ensino, é possível que ensinar geografia é, torná-la interessante e viva, criando nas crianças um interesse maior em se estudar geografia. Se o aluno, já tem um conhecimento determinado o professor, precisa da mais clareza, desencadear, estimular o aluno a ir mais além.

    “Para a geografia a ser estudada não deve ser aquela, enumerativa, descritiva, enciclopédica.” (p.81)
    A geografia ela deve ser trabalhada com a realidade do aluno, uma realidade de múltiplas relações. A clareza teórico-metodologica é fundamental para que o professor possa está contextualizando os seus saberes, e os dos seus alunos.
    O aprendizado da criança é complexo e também muito amplo interessa-nos pensar como ela aprende e que significado da ao espaço, como desenvolve essa noção, a partir da sua vivencia e do desenvolvimento do seu pensamento. Por meio da geografia, nas aulas dos anos inicias do ensino fundamental, podemos encontrar uma maneira interessante de conhecer o mundo, e de nos reconhecermos como cidadãos e de sermos agentes atuantes na construção do espaço em que vivemos.

    3. Ao ler a obra, eu pude compreender, que o ensino da geografia consiste , seja ela em qual nível for buscar a totalidade-mundo.

    MARIA ELIANE CARDOSO SOUSA
    Email: luara_cs@hotmail.com

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  23. 1 – O tema central da obra se refere ao ensino de Geografia nas séries iniciais a partir de uma análise de teorias da aprendizagem de uma pesquisa sobre a realidade de duas escolas públicas. O texto propõe uma reflexão sobre dois momentos: o ensino tradicional e o ensino construtivista de Geografia. Também apresenta um desafio para a valorização da totalidade mundo na visão infantil, sendo este um desafio para os educadores nos dias atuais.

    2
    “ A Geografia crítica que se instalou nas escolas, segundo Silva(2002) não conseguiu romper com o conteudismo da escola tradicional. Nesse mesmo sentido, Cavalcanti (1988) afirma que havia a crença que para ensinar bem bastava o conteúdo da matéria ser enfocado criticamente, ou seja, o que houve foi a substituição dos conteúdos neutros e descontextualizados por conteúdos pensamente críticos” (p.50)
    “ Para Oliveira(1992) a intervenção pedagógica provoca avanços que não ocorreriam espontaneamente. Esse avanço se dá pelo aprendizado que a escola possibilita, logo o aprendizado precede o desenvolvimento” (p.109)

    Ao mesmo tempo em que o tema central desta obra se refere ao ensino de geografia, de forma relevante o autor sugere algumas discussões pertinentes ao papel da escola e do professor no ensino de geografia. Em primeiro lugar o texto desconstrói a idéia de que a geografia não pode ser aprendida nas séries iniciais visto que a criança não teria condições intelectuais de absorvê-la. Isso é um engano que perpassou a educação por muito tempo, apesar das teorias piagetianas e do próprio Vygotsky já dizerem o contrário. È notório que a criança tem todas as condições de compreender os espaços em que está inserida de acordo com suas fases de desenvolvimento, base da teoria de Piaget. Já para Vygotsly o aprendizado se dá por meio de processos internos que a criança desenvolve ao longo de sua vida. Partindo dessas premissas pode-se afirmar que nas primeiras fases da vida a criança deve ser estimulada pela sua visão de totalidade mundo.
    Portanto ao traçar um paralelo entre o tradicional e o construtivismo o autor desse texto não sugere apenas uma mudança de método e sim de mentalidade por parte da escolas e seus agentes de desenvolvimento, no caso, professores, gestores e família.
    3 – Esta obra se revela numa contribuição extraordinária para os educadores brasileiros, principalmente para quem vive no ambiente do ensino fundamental. Ao se fazer uma análise com um olhar critico desse trecho é possível concluir que apesar de tantas teorias e experiências que sugerem uma mudança de postura no ensino de geografia, ainda é muito recorrente nos dias atuais o retorno ao tradicionalismo que não consegue inovar e contextualizar a geografia como agente de transformação e de atitudes.

    Gildázio Brito Santos
    5° periodo de pedagogia.

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  24. 1 – A obra apresenta como idéia central uma nova proposta para o ensino de geografia quebrando os paradigmas da geografia tradicional baseada em métodos impositivos, mas valorizando o espaço que realmente contemple o cotidiano da criança, o meio em que ela vive, além de suas capacidades de avaliar tanto as situações naturais, quanto os comportamentos políticos e sociais. É visão da totalidade-mundo que norteia esse texto escrito por Rafael Straforini.

    2-
    “A geografia escolar não poderia ser diferente, ou seja, os conteúdos eram tratados de forma superficial, apresentados fragmentados e sem qualquer relação com a realidade e as demais disciplinas. Assim, no contexto da sala de aula, as atividades do ensino de geografia eram de caráter mecânico e decorativo” (STRAFORINI, 1988,p.62)

    “Ensinar Geografia para as séries iniciais não é tarefa fácil, ela exige domínio de seus conteúdos e categorias. Sabemos que nossos professores não estão preparados atualmente para esse desafio, mas não podemos deixar de fazer o convite para se aventurarem na magnífica viagem que somente a Geografia Crítica e o Construtivismo possibilitam” (STRAFORINI,1988,p.175)

    As duas citações acima traçam um paralelo sobre a Geografia Tradicional e a Geografia Crítica que domina esta obra de Straforini. Ao analisar a importância dos aspectos de totalidade mundo no ensino da disciplina o autor propõe um rompimento com modelo tradicional, que tratava a geografia de forma superficial. É fato que na história da educação brasileira, a disciplina de geografia sempre teve uma função ideológica definida claramente pelo Estado como forma de alienar o cidadão. Também se percebe uma postura equivocada de se imaginar que nas séries iniciais o ensino de geografia poderia ser descartado pelo fato da criança não ser capaz de absorver certos conhecimentos.
    Na visão de totalidade mundo, que tem fundamentação em teorias de Piaget e Vygotski , além de outros apresentados na dissertação de Straforini o ensino de geografia pode sim ser introduzido desde a mais tenra idade,visto que de acordo com seu desenvolvimento a criança vai ganhando noção de espaço e se o tema for trabalhão de forma correta, essa mesma criança passará adotar uma postura crítica à medida de seu crescimento.

    3 – A obra muito bem fundamentada teoricamente e com relatos importantes de experiências sobre o ensino de Geografia em duas escolas paulistas dá ao educador uma oportunidade de refletir sobre suas práticas e rever seus conceitos sobre o ensino dessa disciplina tão importante para compreensão do espaço geográfico em que a criança está inserida, assim como na formação de uma sociedade crítica e consciente. Em resumo ensinar geografia não significa apenas apresentar questões como relevo, solo, etc...mas sobretudo levar a criança a compreender as implicações que as interferências no espaço geográfico podem ocorrer.
    jucilene gama fonseca
    jucilenegf@hotmail.com

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  25. 1-A idéia central é o ensino da Geografia nas séries iniciais de forma a envolver a totalidade de mundo.
    2-“A Geografia Escolar está imersa numa profunda crise, onde a sua carga horária vem a cada dia diminuindo.” (p.23)
    “A educação para ter sentido á sociedade, necessariamente, deve possibilitar o seu entendimento no presente.” (p.29)
    Percebe-se na atualidade que a grande maioria dos professores falta capacitação e falta a valorização do ensino da Geografia nas salas de aulas, essa realidade traz graves conseqüências aos alunos, pois esses são privados do conhecimento a qual deveria iniciar na escola.
    Ainda hoje, há uma super valorização do ensino de língua portuguesa e matemática onde acredita-se erroneamente que ler, escrever e fazer cálculos são os mais importantes na vida do aluno, tornando as demais disciplinas desnecessárias. E ainda, “ amparadas na Lei de Diretrizes e Bases Educacional, as escolas passaram a diminuir a carga horária de disciplinas como Geografia e História para aumentar as que mais pesavam nas avaliações: Matemática e Língua portuguesa” (p. 48). E em alguns casos, os professores julgam certo eliminar por completo tais disciplinas, por acreditarem ser desnecessárias.
    Acredito que há uma falta de preparo e de comodismo por parte do professor que se acostumou com o tradicionalismo. É preciso acreditar na educação, pois é através dela que teremos o mundo melhor. E é com a Geografia que será oferecida as ferramentas necessárias para essa mudança, pois ela está no presente, no passado e no futuro. Portanto, conhecendo o passado que os alunos entenderam o presente e terão ferramentas necessárias para transformar o futuro.
    3. A obra vem a contribuir para que não deixemos influenciar por uma realidade que desvaloriza o ensino da Geografia e que não acredita na capacidade de seus alunos. E ainda, aprender que a Geografia não deve ser trabalhada de forma fragmentada, que ela engloba uma ampla realidade do aluno e que oferece respostas necessárias para que se compreenda a totalidade de mundo.
    Kelma de Sousa Abreu
    kelmaabreu@hotmail.com

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